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Evento The Gift Day com Brittainy C. Cherry (10/12/2017)


Hoje quero falar das novidades da The Gift Box. Como eu havia divulgado aqui, dia 10 de dezembro foi o dia do The Gift Day no Rio de Janeiro. Tive o prazer de comparecer e conhecer a maravilhosa Brittainy C. Cherry, o doce Franggy Yanez e o encantador Stuart Reardon. Os rapazes são modelos das capas dos livros da Brittainy O Ar Que Ele Respira e A Força Que Nos Atrai, respectivamente. Tivemos um evento repleto de momentos divertidos com os três, sem contar com a mediação incrível do bate-papo com a queridíssima Frini Georgakopoulos.

Não posso deixar de mencionar os idealizadores e organizadores do evento, que me trataram com muito carinho: Roberta Teixeira, Beatriz Soares e Carol Dias.


Lá ficamos sabendo, em primeira mão, que o romance Behind The Bars (Pelos Bares da Vida), que faz parte da série The Music Street, da autora Brittainy C. Cherry, será publicado no Brasil pelo Grupo Editorial Record e tem data prevista para o lançamento no dia 04/06/2018. Jasmine Greene e Elliott Adams são os protagonistas desta história que ainda irá comover muitos leitores brasileiros. Lá fora, o romance foi publicado pela autora de forma independente (com lançamento no dia 07/12/2017) e está disponível pela Amazon: https://goo.gl/kZrQQx

Resenha - Aprendendo a Seduzir - Editora Essência


Título Original: Educating Caroline
Autor(a): Patricia Cabot
Páginas: 366
Ano de lançamento: 1998
Editora: Essência (Selo da Planeta)
Gênero: Romance de Época

Sinopse: Lady Caroline Linford é uma garota de sorte. Está prestes a subir ao altar com um homem de quem gosta e que, ainda por cima, havia salvado a vida de seu irmão. Tudo segue nos trilhos até ela flagrar o noivo, o marquês de Wilchisea, em um momento íntimo com outra mulher.

Como Caroline poderia se casar com um homem cujos beijos, durante meses e meses, tinham-na feito sentir-se a garota mais afortunada do mundo... só para dar-se conta de que ele guardava seus verdadeiros beijos para outra? O marquês nunca – nem uma única vez – tinha beijado-a com aquela intensidade. Até aquela noite, Caroline pensava que eram felizes. Que ele a amava.

Impedida de cancelar o casamento, a jovem não se faz de rogada e toma uma decisão: aprender a ser uma femme fatale para, ao mesmo tempo, assumir o papel de esposa e amante de seu futuro marido, assim, ele não precisaria mais recorrer a outra mulher para satisfazer seu apetite na cama.

Em troca de uma informação privilegiada, Caroline convence Braden Granville, admirado em toda a Inglaterra por suas habilidades como amante, a dar-lhe aulas – teóricas, é claro! – sobre o amor. Logo nas primeiras classes, porém, voam faíscas e as barreiras entre professor e aluna são colocadas à prova...


Patricia Cabot é o pseudônimo que Meg Cabot, autora da série “O Diário da Princesa”, usa para escrever romances de época.

“Aprendendo a seduzir” completará 20 anos de sua publicação original ano que vem (2018) e, embora já tenha sido lançado no Brasil há algum tempo, só o foi após o sucesso dos livros em que a autora assina com o próprio nome. Além de “O Diário da Princesa”, também a série “A Mediadora” e outros com foco no público NA (New Adult), como “Garoto encontra Garota”, por exemplo.

Assim como nos livros mais voltados a adolescentes, em romances de época Meg Cabot também se sai muito bem, porque tem uma escrita envolvente e não se limita à história do casal protagonista, mas também cria uma trama secundária repleta de intrigas e reviravoltas.

Lady Caroline é uma moça típica de sua época...desconhece os fatos da vida e confunde sentimentos: aceitou uma proposta de casamento mais por uma (suposta) gratidão do que por amor. E se considera suficiente, até encontrar seu noivo com outra mulher em uma cena comprometedora.

Entrevista com Giulia Paim


Giulia Paim é carioca, publicitária e estudante de Hogwarts ao mesmo tempo, da casa Corvinal. É sagitariana, e, por mais que tenha nascido em pleno verão, ama tanto o frio que desconfia ser metade pinguim, metade gente. Em 2014, realizou o sonho da sua vida de trabalhar na Disney, e desde então aguarda ansiosamente que abra um processo seletivo para se tornar Princesa. É apaixonada por muitas coisas, como bandas de pop coreano, maratonas na madrugada de séries de TV e hambúrgueres que desafiam o tamanho de seu estômago, mas nada disso se compara a sua paixão por criar histórias. Boston Boys é a série que inaugura sua trajetória no mercado literário.


Você sempre leu bastante antes de se tornar escritora? Quais são suas obras favoritas de outros autores (nacionais e internacionais)? Sempre temos essa curiosidade sobre as pessoas que admiramos.
Sim, sempre gostei de ler! Desde criança tive uma influência muito grande da leitura na minha vida. Minha mãe sempre lia para mim quando eu era pequena, desde Sítio do Picapau Amarelo até Harry Potter. Meus livros preferidos são “Anjos e Demônios”, do Dan Brown, “Moça com brinco de pérola”, da Tracy Chevalier e “O Corcunda de Notre Dame”, do Victor Hugo. Dos nacionais, a série dos Karas do Pedro Bandeira e de Fala Sério, da Thalita Rebouças, marcaram minha infância e têm um lugar especial no meu coração!

Qual foi o primeiro passo que você deu para entrar no mercado literário? Nós, leitores, ficamos felizes por você ter acreditado em seu talento inicialmente, pois se isso não fosse dessa forma, não teríamos sido agraciados com suas obras. 
Meu primeiro passo não foi com “Boston Boys”, apesar de ser a série que inaugurou minha trajetória no mercado literário sozinha. A primeira experiência que tive com a publicação de um livro foi de uma antologia de contos chamada “Amores Impossíveis”, em que participei em 2013 com um conto intitulado “Coração Prematuro”. O tema da antologia era criar uma história que girasse em torno de um amor impossível, então quis sair um pouco do quadrado e fiz a história do amor entre um feto na barriga da mãe e a própria mãe. Participei da antologia junto com outros 20 autores, e ela foi organizada por uma escritora que fez um curso que participei. O conto está disponível no meu site: https://www.giuliapaim.com.br/coracao-prematuro

Meu cantinho favorito para escrever é…
Minha cama. Tenho uma mesa e cadeira, mas mesmo assim sinto que as ideias fluem bem mais na cama, mesmo. Minha avó vive dizendo que vou ficar com a coluna toda torta antes de fazer 40 anos, rs.

Qual livro que você escreveu é o seu preferido e por qual motivo?
Os dois livros que escrevi são da mesma série, “Boston Boys”. Mesmo amando meu primeiro livro – afinal, tem todo aquele amor especial de primeiro livro e tudo o mais – meu preferido é o segundo volume: “Boston Boys 2: Descendo do palco”. Acho que ele acabou sendo melhor executado e eu consegui explorar mais situações e personagens que no primeiro livro ficaram mais superficiais. Ah, e porque o segundo livro tem o Daniel também, um personagem que não existe no primeiro e que eu amo demais!

Se você olhar para toda a sua trajetória como escritora até aqui, você diria que seu maior desafio foi…
Meu maior desafio foi conseguir chegar até uma editora. É bem difícil, de verdade. Eu, na época em que estava procurando, tinha 17, 18 anos. Além de ser nova de idade, nunca havia publicado nada sozinha e não tinha quase nenhuma experiência no mercado. Não fui levada muito a sério. Mas sempre que levava um “não” ou ficava sem resposta de alguma editora, eu lembrava que a própria J.K. Rowling também levou vários “nãos” e hoje em dia é quem ela é. Por isso não desisti e continuei procurando. No final das contas, eu consegui!

Resenha - Como agarrar uma herdeira - Editora Arqueiro


Título Original: To catch an heiress
Autor(a): Julia Quinn
Páginas: 304
Ano de lançamento: 2017
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance de Época

Sinopse: Quando Caroline Trent é sequestrada por engano por Blake Ravenscroft, não faz o menor esforço para se libertar das garras do agente perigosamente sedutor. Afinal, está mesmo querendo escapar do casamento forçado com um homem que só se interessa pela fortuna que ela herdou.

Blake a confundiu com a famosa espiã espanhola Carlotta De Leon, e Caroline não vai se preocupar em esclarecer nada até completar 21 anos, dali a seis semanas, quando passará a controlar a própria herança milionária. Enquanto isso, é muito mais conveniente ficar escondida ao lado desse sequestrador misterioso.

A missão de Blake era levar “Carlotta” à justiça, e não se apaixonar por ela. Depois de anos de intriga e espionagem a serviço da Coroa, o coração dele ficou frio e insensível, mas essa prisioneira se prova uma verdadeira tentação que o desarma completamente.


Julia Quinn é maravilhosa, uma das melhores escritoras de romance de época.

“Como agarrar uma herdeira” é um livro muito divertido e sem grandes pretensões. Ele é o que é: um grande clichê assumido e delicioso. E não há mal algum nisso, porque a autora entrega o que promete.

Caroline Trent, a protagonista, não é uma “mocinha” típica da época. Ela é determinada, impetuosa, fala o que lhe vem à cabeça, mas tem suas fraquezas: sente-se sozinha desde que ficou órfã. Talvez justamente por isso lute tanto para ter a vida que quer, não a que interesseiros gostariam de lhe impor.

No meio disso surge Blake. Ele sequestra Caroline por engano e sente-se responsável por ela, que aproveita a oportunidade para ficar longe de quem só pretende fazer-lhe mal.

Então começam as alfinetadas, porque ambos são geniosos. Resumindo: perfeitos um para o outro.

Os diálogos entre eles são carregados de humor e as personagens secundárias, muito interessantes. Os trabalhadores da casa se sentem afeiçoados a Caroline e geram cenas hilárias. Um amigo de Blake, James, aparece e desaparece conforme lhe convém.

Crítica de Cinema - Extraordinário (2017)



Título Original: Wonder
País: Estados Unidos
Data de lançamento: 07 de dezembro de 2017
Classificação: 10 anos
Duração: 1h53min.
Direção: Stephen Chbosky
Elenco: Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson, Izabela Vidovic
Produtor: David Hoberman
Roterista: Stephen Chbosky, Steven Conrad, Jack Thorne
Autora da Obra Original: R.J. Palacio
Gênero: Comédia Romântica
Distribuidora: Paris Filmes

Sinopse: Aos 10 anos, August Pullman (Tremblay) está prestes a ir para a escola pela primeira vez na vida. Ele possui um tipo raro de deformidade facial, a que ele se refere como Disostose Mandibulofacial, que basicamente é causada pela Síndrome de Treacher Collins. Devido a uma rotina de incontáveis cirurgias estéticas e reparatórias, para ajudá-lo a enxergar, e até ouvir direito, August, ou Auggie, como é chamado por todos, teve aulas em casa com sua mãe, Isabel (Julia Roberts). Porém, quando ele chega à segunda parte do ensino fundamental (Middle School nos Estados Unidos) os pais decidem que ele precisa de uma educação formal, onde ele possa socializar com outras crianças. Ele então é matriculado na Beecher Prep, uma escola particular. 

Todo aluno de ensino fundamental enfrenta problemas com mudanças. Auggie precisa lidar com o seu crescimento, enquanto possui um rosto fora do padrão de beleza (o que é colocar de forma bem branda) em meio a crianças e adultos que ainda não sabem lidar com as diferenças. Quem vai ensinar, e quem vai aprender mais nessa equação?

Antes de ver o filme, eu fiz questão de ler o livro que deu origem ao roteiro, e fiquei feliz de ver como Stephen Chbosky adaptou a história de um veículo para o outro. Para quem não sabe, Chbosky também escreveu e adaptou “As vantagens de ser invisível”, um ponto positivo em termos de respeito ao material original.

Ao longo do livro, sabemos da história de Auggie e da sua família e amigos sob diferentes pontos de vista, como a sua irmã Via, e seus amigos Jack Will e Summer. No filme, essa estrutura foi mantida, mas o ponto de vista da Summer foi cortado, por questões de espaço, imagino.

Os atores estão excelentes. Foi bom ver a Julia Roberts em um papel de mãe, e embora muitos não gostem da atuação dela, eu confesso que adoro sua gargalhada escandalosa. Owen Wilson tem uma tendência a me irritar em seus papeis de comédia (principalmente quando faz par com Vince Vaughn). E foi uma surpresa ver a Sônia Braga em uma participação especial como avó de Auggie e Via, embora, para quem tenha lido o livro, já sabe que Isabel é brasileira.

Eu só tenho uma ressalva quanto ao elenco: podiam ter escalado Alice Braga, bem como qualquer outra atriz brasileira, como mãe de Auggie, porque ator americano fazendo papel de brasileiro é dose. Além do que, um leve sotaque daria um toque de verossimilhança ao papel. Não chega a ser algo que detestei, mas que passou pela minha cabeça, e com certeza eu observaria, se fosse diretora de elenco.

Contudo, questões como essa são ofuscadas pelo brilho do enredo. O livro em si já me emocionou, por questões pessoais. Ver crianças e animais sofrendo me faz sofrer também, por questões de humanidade. 

Empatia e bullying são palavras repetidas com frequência hoje em dia, e sempre há os que, tendo sofrido na infância, entram em uma Síndrome de Estocolmo e acreditam que o bullying e a intolerância fazem parte do crescimento. Eu discordo disso, e sempre discordarei. A gente já lida com diversos problemas durante o crescimento e por toda a vida. Já brigamos com quem somos, descobrimos novos interesses e nos afastamos de antigos (a Via expressa bem essa mudança no filme). De uma hora para outra, quem achávamos ter muito a ver conosco de repente se torna alguém estranho para nós. Isso não é culpa de nenhuma das partes. Discutimos com nossos pais. São crises naturais da vida.