Resenha - Joyland - Editora Suma


Título Original: Joyland
Autor(a): Stephen King
Editora: Suma
Páginas: 239
Ano de Lançamento: 2015
Gênero: Mistério, Romance Policial

Sinopse: Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer. Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado — e para isso Dev conta com a ajuda de Mike, um menino com um dom especial e uma doença séria. O destino de uma criança e a realidade sombria da vida vêm à tona neste eletrizante mistério sobre amar e perder, sobre crescer e envelhecer — e sobre aqueles que sequer tiveram a chance de passar por essas experiências porque a morte lhes chegou cedo demais.

Quando se fala de Stephen King pensamos logo em sobrenatural. No caso de Joyland, eu poderia classificar mais como um livro do estilo policial em que Devin Jones vai trabalhar no parque de diversões Joyland e fica sabendo que uma jovem fora assassinada no trem fantasma e nunca encontraram seu assassino, pois o homem não havia sido identificado.

Jonesy, como é chamado ali, é um rapaz gentil, virgem (a sua namorada Wendy nunca chegara até o final com ele, bem, ela não o amava...), que gosta de ajudar as pessoas e tem seu coração partido. Uma “médium” que trabalha em Joyland, Madame Fortuna, faz várias previsões para ele e uma das mais importantes é que ele encontraria um garoto com problemas que poderia ajudá-lo.

O verão passa e Devin decide continuar trabalhando em Joyland e também começa a investigar o crime. Assim, ele conhece Mike Ross e sua mãe Anne. Mike tem distrofia muscular e está preso a uma cadeira de rodas. E é médium.

Não vou me alongar mais porque tudo traria um spoiler e não é esse meu objetivo. A ideia aqui é dizer que o livro é simplesmente incrível! Eu o achei muito interessante. Stephen King, como sempre, tem o dom de nos fazer sentir curiosos, ansiosos e querer mais e mais a cada página. 

Este livro me provou o que antes eu já suspeitava: nunca nada é o que parece à primeira vista. Termino com uma passagem que me impressionou, palavras que Anne diz para Mike. Leiam o livro e descubram o porquê:

“ – Algumas pessoas escondem suas verdadeiras personalidades, querido. Às vezes, dá para perceber que estão usando máscaras, mas nem sempre. Até pessoas com intuições poderosas podem ser enganadas. “

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Resenhista colaboradora Rita Flôres



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